}

pesquise aqui

30 de jul de 2012

Chris

Eu nem me lembro direito como foi que começamos a nos agarrar, saindo da festa, onde tínhamos acabado de nos conhecer, amigos comuns no elevador e apertamos o 3s para ficarmos sós na caixa metálica, enquanto os outros ficavam no T e nos olhavam desconfiados, quase certos que íamos aprontar. Apertei o botão de emergência, eram 3 da manhã, minhas mãos suavam e escorregavam no meio daquelas coxas até achar a calcinha fina, de tiras estreitas, ensopada.                            
Ela disse: vamos sair, aqui tem câmeras. Saímos. Garagem, poucos carros, escuridão, escada da área de serviço, serviço completo.
Ela desceu, chupou meu pau de um jeito suave, profundo, olhos brilhantes no meio do breu. Levantei-a pelos quadris, ela abriu os dois botões do vestido, os seios pularam direto pra minha boca. Êxtase. Êxtase total.
O resto foi um baile de mãos, buceta molhada, gozos, bobagens no ouvido, risos contidos, pau duríssimo, pescoço cheiroso, dentes, pêlos.
Chris, com h no meio. No meio do resto de mim.
Adorei.

Nenhum comentário:

Postar um comentário