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23 de abr de 2012

domingo

Ela chegou como quem vem de qualquer lugar. Certamente veio do mundo das mulheres más de salto alto.
Ela trouxe a buceta quente, os seios firmes, o sarcasmo de sempre.
Sentou no meu colo, de frente pra mim, se encaixou no meu pau e gozou em 2 minutos.
Acendeu um cigarro, abriu meu wisky, deu um gole e depois fechou o vestido sem ajuda, me beijou na boca com muita língua e saiu do quarto como quem sai de uma prisão.
Não disse adeus, não disse até logo, não disse a gente se vê.
Ela foi e nem hesitou diante do elevador de portas abertas.
Tudo isso num domingo de chuva, eliminação do Corinthians, do Palmeiras e da minha auto estima.

21 de abr de 2012

Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios

Hoje eu tenho um encontro com Lavínia, na pele da deliciosa Camila Pitanga. O romance de Marçal Aquino virou filme. 
Sendo o melhor romance que eu já li nos últimos 10 anos, vou lá conferir como ficou na telona. 
Depois eu conto procês.

Botequim

Ontem fui levar as meninas Borges para darem uma voltinha antes que elas se cansem de bancar as enfermeiras e envenenem uma das sopas ou o café que preparam para mim.
Ainda não posso beber, recomendações do antibiótico. De alguma forma, estar sóbrio numa mesa de bar, sendo isto algo inédito na minha vida, é absolutamente blogável*.
Éramos uma turma animada de 4 homens e 6 mulheres. Papos paralelos iniciais para quebrar o gelo e de repente, aquele slapt é ouvido por todos: a primeira cerveja que se abre numa mesa. O som da tampinha descolando da boca daquela garrafa gelada. Slapt foi o que eu ouvi 18 vezes ontem, num período de 4 horas. Quanto mais os copos se esvaziam e tornam a encher, mais a conversa flui, mas as risadas se soltam, mas os olhares se cruzam e menos as pessoas se importam com as conveniências e regrinhas do dia a dia.
E se você está sóbrio, bebendo seu suco de laranja e acerola delicioso (ironia mode on), consegue perceber e decifrar códigos como ninguém na mesa. as mulheres tornam-se catalisadoras dessa energia que flui e isso as torna ainda mais interessantes.
Os detalhes não posso revelar - ainda - mas me permitam ser bem poliana e dizer que ontem foi muito interessante ser o único na mesa a conseguir diferenciar meras opiniões de implacáveis críticas e perceber que o garçom colocou na conta 20 cervejas ao invés de 18.

*algo que possa entrar aqui nesse meu mundinho dedicado a vocês. ^^

17 de abr de 2012

Este sou eu

Um cara que nasceu e foi criado no meio de mulheres: belas, não tão belas, modernas, caretas, caretíssimas, folgadas, verdadeiras, guerreiras, falsas como notas de 3... teve de tudo à minha volta. Em meio a esse pot-pourri de fêmeas, sou eu ali soberano, aprendendo a ser safo, a ser louco, a ser homem.
Elas me ensinaram tudo que eu sei. O que ainda não sei, delas também virá com certeza.
Buceta pra mim é um templo e quem nasceu com uma é deusa. Sempre.
Nunca quis ganhar delas, ser melhor que elas, competir, brigar.
Eu só quis a bênção de conviver e estar perto, ser amado, ganhar um carinho, dar um monte de carinho, fazer um café da manhã e um belo omelete de vez em quando. A vida tem sido boa, muito boa comigo.
Este sou eu: um cara sortudo que entendeu desde muito cedo que o mundo é de vocês e ninguém pode mudar isso.
Minha homenagem mais uma vez.

16 de abr de 2012

Verônica

Essa é uma homenagem a uma amiga. Amiga do tipo amiga mesmo. É bom ter uma pra dar uns toques sobre seu sapato não combinar com seu cinto. Ainda tem que combinar essas coisas?
Verônica e eu somos amigos recentes. Dentre pernas e bucetas loucas dessa cidade, ela me apareceu pra provar que a buceta amiga existe e é maravilhoso ter uma por perto.
Verô, como gosto de chamá-la,  faz o melhor chá de camomila com jasmim do mundo. Passa um café fresquinho na minha cozinha enquanto me conta do seu dia insano entre trabalho, academia e boteco.
Ela é muito bonita, muito inteligente e definitivamente não quer nadinha comigo.
Ela está em outra, está de corpo, coração e alma em outra.
Ela me diz que eu não presto e que sou o tipo de cara que não dá pra levar à sério... Essa parte não é verdade, mas fica até bonitinho quando pronunciado por ela.
Nesses dias de hospital, antes das meninas Borges chegarem, ela ficou ali  dando um monte de recomendações, acompanhando as altas temperaturas desse corpinho aqui, visivelmente preocupada.
Verô, minha japa linda, assim que eu tiver melhorzinho, vou fazer um jantar gostoso, tomaremos 3 garrafas de vinho e se quiser tirar a roupa e relaxar, minha cama é grandona.
Valeu, minha amiga.

Louco por elas, as brasileiras, as cariocas...

A Globo resolveu que mulher é a melhor coisa da vida. Tudo bem que eu descobri bem antes deles, mas ainda assim me sinto quase homenageado. Lara me disse que o personagem de Du Moscovis estava fazendo um atrapalhado pai de família cercado por mulheres loucas, assim... tipo eu.
Uma amiga me falou de uma série chamada As brasileiras, sequencia de uma outra que se chamava As cariocas. Na última semana de hospital, poucas enfermeiras gostosas, TV no quarto, tive a oportunidade de assistir os programas. Ri bastante com o bem humorado Moscovis e senti uma pontinha de inveja por ele ser bem mais bonito que eu, além de ter a Deborah Seco como ex-mulher pegável. Fiquei com tesão ao ver Letícia Sabatella querendo reconquistar um marido mala e se vestindo de oncinha com rabo e tudo pra isso.
aiai... Dias de cama fazem um homem solitário sucumbir e ter fantasias com programas da televisão.
Deve ser porque eu sou Louco por elas e tenho uma quedinha especial por uma certa nacionalidade: As brasileiras!
:-D

Marcela

Marcela era arquiteta incompreendida. Trabalhava basicamente fazendo novos layouts para o banco e volta e meia visitava BH para acompanhar obras, fazer marcações e medições ou me ver.
Engrenamos um casinho que já durava meses e não havia romance no meio. Era sexo, cerveja e forró.
Ela tinha ambições Niemayenses, mas não conseguia se desapegar do salário alto que recebia para fazer religiosamente a mesma coisa há quase 10 anos.
Marcela era casada, tinha 2 filhos e morava em SP. Era do interior, formou-se na capital e lá ficou após ser efetivada no banco e ter abandonado os projetos chamados seus sonhos. Há quase 10 anos.
Eu não me envolvi com ela, fato. Ela tampouco se envolveu comigo. Nossas conversas giravam em torno de sua frustração profissional, uma ou outra reclamação do marido para justificar seu corpo nu em cima da minha cama e muito boquete. Marcela fazia um boquete com gosto, gozava me chupando e eu simplesmente adorava isso.
Ela se vestia muitíssimo bem, tinha seios siliconados com perfeição, uma boca gulosa e muita iniciativa na cama. Um dia me amarrou com umas meias finas, me deu uma chá de buceta e depois disse que não me veria mais. Estava culpada.
E a culpa, minha gente, é a maior inibidora de tesão de todos os tempos.
Marcela se foi. Voltou algumas vezes, é verdade. Mas a tal da culpa não a deixava ser tão boa no que fazia antes e fomos perdendo a liga.
Minha homenagem à Marcela, mulher interessante, fogosa e absolutamente focada na segurança.
Pena que a vida não segura nada nem ninguém por tempo indeterminado.

15 de abr de 2012

Voltei

Peço desculpas pelos emails que não respondi e pelas ligações que não retornei.
Foram 14 dias hospitalizado, meus ossos doem, minha cabeça ainda lateja.
Pneumonia. Das bravas. Gripe mal curada que evoluiu e me pregou a pior peça dos últimos anos.
Gripe, pneumonia. Nomes de mulher.
Tô de volta, ainda tomando canja e sendo cuidado por irmã e filha.
Capaz de eu engordar uns quilos e ficar bem mimado.
Obrigado por sentirem minha falta.
É bom demais da conta ser amado.
:)