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16 de mai de 2011

Cátia

Ela é daquelas mulheres que aparecem do nada, quando você menos espera e vai mandando em você, mudando o sofá da sua sala de lugar e acabando com a sua vida desregrada pela cerveja e madrugas.
Na verdade, a impressão que se tem é que ela jamais saiu do seu mundo e que estava por ali, à espreita, esperando a chance perfeita de causar o grande impacto ao dizer: voltei.
Cátia e eu já fomos amantes, amigos, namorandos, namoridos e mais um monte de outros nomes que nos caberia, se a gente coubesse em algum deles. Mas a verdade é que a gente nem cabe na gente e sabemos disso muito bem...
Ela tem uma voz desconcertante e um jeito de passar as mãos pelos cabelos que é só dela.
Ela gesticula, fala na lata, troca idéia com o garçom do bar e depois me puxa discretamente pela gravata e diz que está a fim de me dar, assim, como quem pede mais açucar num café.
Minha homenagem de hoje vai para essa mulher muito.
Muito bonita, muito sexy, muito louca e de quem sou  fã número 1, apenas e simplesmente, porque ela não me deixa ser outra coisa.

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