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28 de mar de 2011

Sempre elas

Hoje é domingo, o dia mais chato do mundo. A programação na TV beira ao intolerável e SP faz um dia ruim ficar bem pior.
Às vezes a contínua massa cinza sobre a sua cabeça faz vc despertar de um transe e pensar: "O que estou fazendo aqui?" Hoje peguei minha bike, um presente que me dei há pouco mais de um mês e fui pedalar. Há um circuito de 55km de ciclovias que funciona apenas aos domingos. Provavelmente porque o cara que idealizou isso, mora aqui e sabe que o dia mais chato do mundo nessa cidade que faz qualquer dia chato parecer ainda mais chato, merecia uma ciclovia para pessoas entediadas e solitárias como eu. Lá fui eu suar em cima da bicicleta, procurando motivos para sorrir e sobreviver ao domingo.
Na volta parei no Ibira, lotado de gente, resolvi ir ao MAM e deixei minha magrela no bicicletário.
Foi aí que meu dia começou a mudar. Ela é paulistana, professora de história da arte, loira, calma. Faz qualquer dia maravilhoso ficar ainda mais maravilhoso. Torna o domingo, um dia feliz. Anda de bicicleta todos os domingos antes de ir ao MAM. Acenou, me ofereceu água e acabmos num almoço delícia. Nós e nossas bicicletas. Conversa bacana que só uma mulher consegue manter. Essa é minha homenagem a essa incrível mulher que conheci hoje, mas tb a todas as outras que comandam meu humor, me inspiram, me tiram do cerne e me devolvem a ele. Elas, sempre elas. Obrigado.

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