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21 de abr de 2012

Botequim

Ontem fui levar as meninas Borges para darem uma voltinha antes que elas se cansem de bancar as enfermeiras e envenenem uma das sopas ou o café que preparam para mim.
Ainda não posso beber, recomendações do antibiótico. De alguma forma, estar sóbrio numa mesa de bar, sendo isto algo inédito na minha vida, é absolutamente blogável*.
Éramos uma turma animada de 4 homens e 6 mulheres. Papos paralelos iniciais para quebrar o gelo e de repente, aquele slapt é ouvido por todos: a primeira cerveja que se abre numa mesa. O som da tampinha descolando da boca daquela garrafa gelada. Slapt foi o que eu ouvi 18 vezes ontem, num período de 4 horas. Quanto mais os copos se esvaziam e tornam a encher, mais a conversa flui, mas as risadas se soltam, mas os olhares se cruzam e menos as pessoas se importam com as conveniências e regrinhas do dia a dia.
E se você está sóbrio, bebendo seu suco de laranja e acerola delicioso (ironia mode on), consegue perceber e decifrar códigos como ninguém na mesa. as mulheres tornam-se catalisadoras dessa energia que flui e isso as torna ainda mais interessantes.
Os detalhes não posso revelar - ainda - mas me permitam ser bem poliana e dizer que ontem foi muito interessante ser o único na mesa a conseguir diferenciar meras opiniões de implacáveis críticas e perceber que o garçom colocou na conta 20 cervejas ao invés de 18.

*algo que possa entrar aqui nesse meu mundinho dedicado a vocês. ^^

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